Epicondilite: sintomas, causas e tratamento

Epicondilite: sintomas, causas e tratamento

Você conhece a epicondilite? Talvez não por esse nome, mas, possivelmente, pela denominação mais popular que ele possui: “cotovelo do tenista”.

Resumidamente, essa condição consiste em um processo inflamatório que afeta os tendões localizados nos cotovelos. É mais comum a manifestação em indivíduos que realizam movimentos contínuos e repetitivos com os dedos ou punhos – já que ela acomete especialmente os músculos extensores dessas áreas.

Apesar de conhecido como “cotovelo do tenista”, engana-se quem pensa que o problema é comum apenas à comunidade dos esportistas. Quaisquer outros movimentos recorrentes também podem se refletir no surgimento desse quadro, como a prática de musculação e a rotina de trabalho em computadores.

A seguir, confira quais são as principais causas, os sintomas e os tratamentos da condição.

Quais são as causas de epicondilite?

Basicamente, é causada pelo uso excessivo dos músculos extensores da mão e do punho.

O problema é mais comum em indivíduos de média idade, de 35 a 50 anos. Manicures, carpinteiros, profissionais de tênis e até mesmo quem faz trabalhos artesanais manuais (como tricô, por exemplo) estão mais propensos ao desenvolvimento desse quadro.

A explicação para a causa é totalmente fisiológica. Os músculos responsáveis pela extensão dos dedos e do punho são iniciados na proeminência óssea conhecida como epicôndilo lateral, que fica localizada ao lado dos cotovelos.

Quando o punho ou os dedos estão estendidos ou virados “do avesso”, para cima, uma tensão é gerada na região. Em exagero, os movimentos causam desgaste e sobrecarga da área, levando ainda à ocorrência de fissura e inflamação – esta segunda origina a inflamação destacada neste artigo.

Sintomas e sinais mais frequentes da inflamação

Dentre as condições que afetam o punho, os dedos e os cotovelos, a epicondilite no grupo das mais comuns – atingindo entre 1% e 3% dos indivíduos.

São sinais que podem caracterizar o processo inflamatório:

  • Dores iniciadas no cotovelo, que começam nas laterais e vão piorando gradualmente
  • Sensação de rigidez, sensibilidade ou fraqueza nos músculos da região
  • Dores que irradiam da parte “de fora” do cotovelo para o antebraço e a área traseira da mão, especialmente após torcer ou segurar algo
  • Dor que piora ao abrir portas, cumprimentar alguém, pentear os cabelos, digitar, desenhar ou escrever.

Geralmente a dor piora lentamente, mas, em alguns casos, é possível que ela já se inicie muito expressiva.

Há tratamentos? Quais são?

O tratamento para a epicondilite é realizado, especialmente, por meio da combinação entre medicamentos e fisioterapia.

Os remédios mais comumente ministrados são anti-inflamatórios, com o objetivo de minimizar os sintomas (sobrecarga e dor).

A fisioterapia, por sua vez, inclui a realização de massagens “frias”, exercícios para alongar a região e estimular os músculos afetados eletricamente.

Em períodos mais dolorosos, infiltrações também podem ajudar no alívio. Diminuir os movimentos contínuos ou até mesmo parar temporariamente com eles seria o mais recomendado.

Agora você já conhece as causas, sintomas e tratamentos para a epicondilite.

 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em Belo Horizonte!

 

Autor:

Dr. Marco Túlio
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